Vaquinhas saltitam de alegria pela liberdade e o direito de viver.

Um vídeo que emociona e nos faz pensar profundamente sobre o assunto, chegando a gerar empatia por essas amigas quadrúpedes.
     
Neste post não queremos falar sobre comer ou não comer carne. Acreditamos que ser ou não ser vegetariano é uma opção individual, mas preocupar-se sobre as questões que envolvem fazer o bem às pessoas, ao meio ambiente em que nos encontramos e pensar de maneira ecossocial, incluem também falar sobre o respeito com os animais.
     
Nosso interesse de falar sobre educação alimentar vai além dos seus  hábitos. Queremos que pense sobre como é produzido o alimento que chega à sua mesa. De que maneira usamos e abusamos de nossa superioridade intelectual e capacidade de se organizar em grupo para sucumbir às outras espécies de seres vivos do planeta. Que energia desprendemos nisso e qual energia recebemos de volta por isso. Queremos apenas levantar uma questão que se faz necessária a análise para refletirmos e, quem sabe num futuro próximo, chegar a soluções mais dignas a todos e a tudo.
     
Neste post divulgamos o trabalho de Anke Heublein, fundadora de uma ONG que dá liberdade e cuida até a morte natural das vaquinhas que deram leites e bezerros durante toda a vida, e que após se tornarem incapazes de continuarem nesta função são simplesmente descartadas, as vezes até de maneira violenta, por motivo dos custos em mantê-las.
     
É tocante o momento aos 0:45 segundos, quando a autora do projeto se emociona ao falar sobre o instante da liberdade dos animais, mostrando sua real essência e o que a moveu para tomar essa atitude.
 
Não se trata do que se deve ou não comer, trata-se do respeito à vida e a alma, tanto nossa como a dos outros animais. 
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2 thoughts on “Vaquinhas saltitam de alegria pela liberdade e o direito de viver.

  1. Gostei do que foi exposto neste post. Acho que é isso mesmo, devemos refletir mais sobre a produção animal. Para não dar um cunho sensacionalista e sim de realmente reflexão que é o objetivo do post, só tiraria o “de maneira violenta” no final do texto. Afinal, existem diversas formas de descarte animal e nem todas é de maneira violenta. Parabéns pela iniciativa.

    • Oi Elisa, muito obrigado por seu comentário! E você tem razão, existem diversas formas de descarte animal e nem todas é de maneira violenta, teoricamente. Porém neste caso em específico, o que comoveu e fez agir a Anke Heublein foi o como era feito o descarte em sua região. Agora pessoalmente, me parece que nestes locais o homem muitas vezes não percebe por sua rotina e cultura, mas existe uma energia ruim entre os animais e a sensação de que eles sabem que vão morrer, o que ao meu ver transforma todo o processo um pouco violento.
      Mas isso é só uma opinião e o importante mesmo é fomentar esse questionamento nas pessoas, pois só assim evoluímos.
      Até mais Elisa e seria um prazer ter sua participação em outros posts dos Criativos do Bem 🙂

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