Como transformar seu computador em uma estação de ciência e ajudar milhares de vidas

Quando criança sonhava em ser um super-herói e ajudar a defender as cidades dos monstros imaginários que minha mente criava. Com o passar do tempo percebi que seres humanos comuns também podem ser heróis: são bombeiros, policiais, médicos, enfermeiros, professores. Cresci e não me tornei nem um super-herói nem um “humano-herói”, mas conheci um projeto que transformou meu computador em uma verdadeira estação de ciência (digna da Liga da Justiça!), que estuda a cura de doenças como o câncer e o mal de Alzheimer!

Folding@Home

É isto que oferece o Folding@Home, um projeto de computação distribuída desenvolvido pela Universidade de Stanford. Os computadores usam, na maior parte do tempo, apenas 10% de sua capacidade de processamento, deixando o resto ocioso. É exatamente este “desperdício” que pode ser doado para o projeto, possibilitando que cálculos imensos sejam feitos de maneira mais rápida e eficiente, aumentando a velocidade de obtenção de informações sobre várias doenças, em busca de sua cura.

Folding@Home

Folding@Home

Quer saber como ter um computador-herói?! É fácil, você só precisa instalar um software (disponível para Windows, Macintosh e Linux) e o resto fica por conta dele. Simples assim! Seu computador fará simulações de enovelamento de proteínas e enviará os dados coletados para os servidores do projeto. Até o momento são 307.442 computadores pelo mundo inteiro trabalhando nestes cálculos, o que gera 45,198 Teraflops de dados! Mas não se preocupe, seu computador não ficará mais lento já que o software utiliza apenas o processamento ocioso disponível, sem afetar o uso do computador.  

Fiquei sabendo sobre este projeto no site Tecnoblog e entrei para o time deles, que está entre os 800 times que mais contribuíram no ranking do Folding@Home, veja o placar e junte-se a nós! Não tem prêmio para os primeiros colocados, a não ser um “muito obrigado!” por parte de todas as pessoas que serão beneficiadas pelas nossas máquinas!

Assista o vídeo:

Por Julio Sena

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Um manifesto de amor a todos os felinos

Mais do que um apelo de amor aos felinos, a CATLAND- ADOÇÃO DE GATINHOS oferece por meio de ações efetivas como mutirões de castração, palestras e resgates, a adoção de gatos abandonados oferecendo a eles uma vida repleta de mimos até encontrarem um lar.

grafitenacatland

Com o auxílio de uma equipe de voluntários dispostos a dar sua contribuição para o controle populacional dos gatos de rua, o projeto independente Catland já ganhou o apoio de muita gente.

Recentemente o projeto recebeu apoio e foi divulgado na página de uma celebridade única: CANSEI DE SER GATO garantindo uma repercussão inesperada, propondo uma nova vida aos bichanos abandonados.

canseidesergato_catland

Seu manifesto de amor a todos os felinos pode ser visto aqui:

Ajude a Catland a realizar o sonho de ver todos os gatos livres dos maus tratos e abandono! Saiba mais sobre o projeto:

Site: http://www.catlandrescue.com.br/
Blog: http://catlandblog.wordpress.com/
Twitter: http://www.twitter.com/catlandrescue
Instagram: @catlandrescue

Por Ana Talavera

Sim, existe amor em SP!

Muito bom quando as pessoas percebem as pessoas, independente da cada situação. Quem dera nossa sociedade fosse constituída por mais indivíduos como o Rafael Vieira (fotógrafo) com sua sensibilidade e empatia, e porque não também como o Guilherme, com seu bom humor e humildade sincera, só que este na escola e tendo oportunidades.
Parabéns Rafael Vieira, o mundo precisa de mais criativos do bem como você.
 #sociedade #ecossocial #criativosdobem

Veja o texto do Rafael Vieira na íntegra:

Guilherme na rua.

“Guilherme veio a mim, pediu um cigarro. Desculpe Guilherme, eu não fumo (e você também não deveria, mas quem sou eu pra julgar?). Guilherme sentou um pouco longe, e, tremendo de frio, encolheu-se e cobriu-se com seu cobertor cor de vinho. Havia mais gente por ali, e ele tirava brincadeiras saudáveis, “meninas, como vocês estão bonitas. estou com fome, têm um trocado pra me dar?” e “tio me dá uma moeda” foram algumas das frases dele. Um grupo de moças estavam gravando um vídeo ali, e uma delas foi até uma lanchonete fast food. Voltaram e deram ao Guilherme um lanche. Ela ainda teve o carinho de abrir o canudo e colocar no copo de refri. Guilherme agradeceu e gritou “vão com Deus, meninas. Obrigado!”. Estavamos ali sentados ao lado, e Guilherme pediu “Tio, tira uma foto minha?”. Foi aí que eu senti: Guilherme era só um garoto, sem ter muito pra onde ir. Guilherme queria existir. “Tio, tira três? quero uma assim *click* outra assim *click*. Quero outra assim…” e tirei essa foto. Guilherme, 14 anos, me fez sentir: Existe amor em SP. Nesse dia, ele veio em forma de um garoto simples, que só queria três fotos. Guilherme me pediu “Tio, não apaga a foto não tá?”. Pra finalizar Guilherme disse “não sou de tirar foto não, mas hoje o dia tá lindo”.
Aqui está Guilherme, onde quer que você esteja, agradeço por ter aparecido ali, na praça. Se cuide guri, que seus caminhos sejam guiados para o bem.”

por Leandro Bianchi