Desapeguei: minha experiência com o projeto Cabelegria!

Quantas vezes você pensou em ajudar mas não soube exatamente como?
Os motivos são inúmeros: falta de tempo, de conhecimento, mas não de vontade.

Eu encontrei uma forma muito simples de colaborar com uma causa importante e absolutamente linda!

O Cabelegria nasceu para ser intermediador desta boa ação!

Tudo começa com a disposição e voluntariado das fundadoras Mariana Robran, designer e Mylene Duarte, publicitária. Elas possuem uma fanpage (www.facebook.com/cabelegria) onde explicam de que forma pode ser feita a doação de cabelo. Tudo muito simples.

Além disso, neste canal também mostram a felicidade das crianças que recebem suas perucas, muito felizes!

Cabelegria

Eu tomei a decisão de doar após ter na família um caso de câncer de mama descoberto através de auto exame, numa prima com 34 anos. Ela se submeteu ao tratamento e esta na fase da quimioterapia.

Foi um susto grande, mas ela imediatamente transmitiu o desejo de doar seu próprio cabelo.
 
Como estava muito atribulada pensando nos cuidados que deveria tomar durante seu tratamento e quimioterapias, ela me pediu para procurar lugares que aceitavam a doação do cabelo em São Paulo. Quando fiz isso, brotou no meu coração um desejo imenso de fazer o bem para alguém, que receberia meu cabelo e com isso ter sua auto estima e beleza renovada!

Para doar você precisa cortar o cabelo com medida mínima de um palmo (cerca de 10 cm) não tendo importância se o cabelo tem química. É essencial que antes de cortar o cabelo seja AMARRADO, e esteja seco (pois se armazenar ele úmido , ele irá mofar).

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Com isso feito, basta enviar um sedex via Correios (como não é uma carta os Correios só enviam se for sedex). Anote o endereço:

Avenida Parada Pinto, 3420, Bl. 06, Ap. 33

Vila Nova Cachoeirinha – CEP: 02611-001 – São Paulo/SP

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As meninas do Cabelegria estiveram no Caldeirão do Huck no dia Internacional da Mulher, o mesmo dia que escolhi ir até o salão cortar minhas madeixas e renovar o visual , além de contribuir com uma ação de cidadania tão generosa e especial.

Fazer o bem, sem olhar a quem, alimenta o coração de gratidão e felicidade.
Experimenta e conta para gente como se sentiu! 🙂

Por Tatti Maeda @kittytatti / @socialmedia_s2

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A solidão também nos pertence.

Ouvir alguém dizer que não tem perfil no Facebook, Instagram ou LinkedIn pode soar estranho hoje em dia. Afinal, vivemos tão acostumados com os likes e as solicitações de amizade piscando na tela dos nossos celulares que esquecemos um pouco do mundo lá fora.

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Acreditamos na maioria das vezes que estar conectado é melhor e nos faz ficar mais próximos um do outro. Mas será mesmo que estar online o tempo todo é melhor (e saudável)?

A proposta desse post não é negar completamente o meio digital, o que está em pauta é a importância que damos ao meio online e quase nada para o meio “offline”. Estamos deixando de lado uma lição valiosa de convívio e tolerância com o próximo, de aprendermos a ser realmente sociáveis, já que ao vivo não dá pra editar a conversa ou fingir expressões. Mais que isso, estamos ignorando a oportunidade do autoconhecimento: de não ter medo de ficarmos sozinhos.

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Na animação The Innovation of Loneliness (A Inovação da Solidão, em tradução livre) é um convite para refletirmos sobre esta nova era de conexões que estamos criando. Aquela frase “Vida é o que se passa quando você está no celular.” nunca foi tão verdadeira.

Por Ana Talavera

 

Iniciativa de estudantes chilenos fazem com que cachorros de rua se destaquem em meio à multidão na busca por atenção.

Na correria das grandes cidades, muitas coisas acabam passando desapercebidas aos nossos olhos. O que “dirá” então os animais de rua que muitas vezes são abandonados e desprovidos de toda atenção de que merecem.  Considerando este fato é que dois estudantes chilenos, Violeta Caro e Felipe Guzman, decidiram amarrar balões coloridos em cães de rua com mensagens simples, mas que traduzem tudo o que esses animais gostariam de pedir às pessoas tão apressadas: “Me abrace”, “Brinque comigo”, “Não me deixe” e “Não me maltrate”. Estoy aquí. Através desta simples ação, as pessoas enfim perceberam os animais e passaram a agir em relação aos pedidos escritos nos balões, fazendo a alegria dos cães que há muito tempo não sentiam este calor humano. Estoy aquí. Estoy aquí. Esta ação não proporcionou apenas o bem aos animais, mas também a quem estava doando este tempo e se distraindo com a brincadeira. Porém o mais importante foi o fato de se levantar essa questão sobre o abandono de animais domésticos nas ruas das metrópoles. É incabível que ainda hoje pessoas adquirem animais domésticos e após se cansarem da companhia simplesmente o descartem como objetos.  Assista o vídeo a seguir e veja esta bela iniciativa na prática. 😉 #criativosdobem Estoy aquí. Por Karina Giardelli

Perder peso e resolver a desnutrição mundial? É possível.

O Projeto Weightless é uma iniciativa que preenche a lacuna existente entre a obesidade e a fome, tudo em uma tentativa de tornar o mundo um lugar mais saudável. A intenção é construir uma rede mundial de pessoas que podem ajudar a encontrar a solução para desnutrição, utilizando criatividade, conscientização e saudabilidade.

É a oportunidade de chegar na melhor forma de sua vida, ajudando os outros. Não consigo pensar em um melhor incentivo para começar a queimar massa gorda e ganhar massa magra!

Foto do Site

A obesidade é sempre um assunto delicado mas neste caso, o projeto se destina a proporcionar encorajamento a aqueles que normalmente não sentem a necessidade ou motivação para entrar em forma, mas entendem que o excesso que faz mal pode ser o mínimo para muitos.

Funciona assim: conforme as calorias estão passando por seu rastreador de fitness wearable, as doações são fornecidas. O serviço funciona a partir de seu cadastro no site e para cada 1.000 calorias que você queima, há uma doação de US$ 1,00 ao programa de ajuda alimentar da instituição que você escolher.

E aí… bora entrar em forma??? 🙂

Veja o vídeo:

por Leandro Bianchi

A lindeza da pureza nas crianças

A lindeza da pureza que detecta nas coisas mais simples as mais importantes da vida. Kayden tem 15 meses e pela primeira vez sente a chuva em seu rosto.

Se dizem que banho de chuva lava a alma, eu não precisei me molhar para sentir isso. Muita sensibilidade por parte do videomaker. É lindo!

Click na imagem para ver o vídeo:

por Leandro Bianchi

Vaquinhas saltitam de alegria pela liberdade e o direito de viver.

Um vídeo que emociona e nos faz pensar profundamente sobre o assunto, chegando a gerar empatia por essas amigas quadrúpedes.
     
Neste post não queremos falar sobre comer ou não comer carne. Acreditamos que ser ou não ser vegetariano é uma opção individual, mas preocupar-se sobre as questões que envolvem fazer o bem às pessoas, ao meio ambiente em que nos encontramos e pensar de maneira ecossocial, incluem também falar sobre o respeito com os animais.
     
Nosso interesse de falar sobre educação alimentar vai além dos seus  hábitos. Queremos que pense sobre como é produzido o alimento que chega à sua mesa. De que maneira usamos e abusamos de nossa superioridade intelectual e capacidade de se organizar em grupo para sucumbir às outras espécies de seres vivos do planeta. Que energia desprendemos nisso e qual energia recebemos de volta por isso. Queremos apenas levantar uma questão que se faz necessária a análise para refletirmos e, quem sabe num futuro próximo, chegar a soluções mais dignas a todos e a tudo.
     
Neste post divulgamos o trabalho de Anke Heublein, fundadora de uma ONG que dá liberdade e cuida até a morte natural das vaquinhas que deram leites e bezerros durante toda a vida, e que após se tornarem incapazes de continuarem nesta função são simplesmente descartadas, as vezes até de maneira violenta, por motivo dos custos em mantê-las.
     
É tocante o momento aos 0:45 segundos, quando a autora do projeto se emociona ao falar sobre o instante da liberdade dos animais, mostrando sua real essência e o que a moveu para tomar essa atitude.
 
Não se trata do que se deve ou não comer, trata-se do respeito à vida e a alma, tanto nossa como a dos outros animais. 

O poder do pensamento positivo colocado à prova.

Confira a matéria do Hypeness sobre um impressionante experimento de um pesquisador e cientista japonês sobre como pensamentos positivos e negativos podem influenciar de fato a nossa vida. No decorredor do texto você se depara com a experiência “A mensagem da água”, na qual a substância é submetida a exposição de sentimentos humanos, pensamentos e até música. É supreendente as formas que as moléculas tomam de acordo com às associações a que foram expostas.

Agora você deve estar se perguntando: O que a influência do que pensamos em nossa vida tem a ver com experiências de sentimentos e sensações nas moléculas de H2O? Nada, além do fato que o ser humano é constituído por 70% a 75% de água.

Depois de ler este texto, pare e pense se vale ou não a pena deixar o pessimismo de lado e elevar ao máximo nosso pensamento positivo todos os dias, a todo momento.
Fonte: http://www.hypeness.com.br/
Para ler a matéria: http://migre.me/hFbM0

Por Karina Giardelli