Sim, existe amor em SP!

Muito bom quando as pessoas percebem as pessoas, independente da cada situação. Quem dera nossa sociedade fosse constituída por mais indivíduos como o Rafael Vieira (fotógrafo) com sua sensibilidade e empatia, e porque não também como o Guilherme, com seu bom humor e humildade sincera, só que este na escola e tendo oportunidades.
Parabéns Rafael Vieira, o mundo precisa de mais criativos do bem como você.
 #sociedade #ecossocial #criativosdobem

Veja o texto do Rafael Vieira na íntegra:

Guilherme na rua.

“Guilherme veio a mim, pediu um cigarro. Desculpe Guilherme, eu não fumo (e você também não deveria, mas quem sou eu pra julgar?). Guilherme sentou um pouco longe, e, tremendo de frio, encolheu-se e cobriu-se com seu cobertor cor de vinho. Havia mais gente por ali, e ele tirava brincadeiras saudáveis, “meninas, como vocês estão bonitas. estou com fome, têm um trocado pra me dar?” e “tio me dá uma moeda” foram algumas das frases dele. Um grupo de moças estavam gravando um vídeo ali, e uma delas foi até uma lanchonete fast food. Voltaram e deram ao Guilherme um lanche. Ela ainda teve o carinho de abrir o canudo e colocar no copo de refri. Guilherme agradeceu e gritou “vão com Deus, meninas. Obrigado!”. Estavamos ali sentados ao lado, e Guilherme pediu “Tio, tira uma foto minha?”. Foi aí que eu senti: Guilherme era só um garoto, sem ter muito pra onde ir. Guilherme queria existir. “Tio, tira três? quero uma assim *click* outra assim *click*. Quero outra assim…” e tirei essa foto. Guilherme, 14 anos, me fez sentir: Existe amor em SP. Nesse dia, ele veio em forma de um garoto simples, que só queria três fotos. Guilherme me pediu “Tio, não apaga a foto não tá?”. Pra finalizar Guilherme disse “não sou de tirar foto não, mas hoje o dia tá lindo”.
Aqui está Guilherme, onde quer que você esteja, agradeço por ter aparecido ali, na praça. Se cuide guri, que seus caminhos sejam guiados para o bem.”

por Leandro Bianchi

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Desapeguei: minha experiência com o projeto Cabelegria!

Quantas vezes você pensou em ajudar mas não soube exatamente como?
Os motivos são inúmeros: falta de tempo, de conhecimento, mas não de vontade.

Eu encontrei uma forma muito simples de colaborar com uma causa importante e absolutamente linda!

O Cabelegria nasceu para ser intermediador desta boa ação!

Tudo começa com a disposição e voluntariado das fundadoras Mariana Robran, designer e Mylene Duarte, publicitária. Elas possuem uma fanpage (www.facebook.com/cabelegria) onde explicam de que forma pode ser feita a doação de cabelo. Tudo muito simples.

Além disso, neste canal também mostram a felicidade das crianças que recebem suas perucas, muito felizes!

Cabelegria

Eu tomei a decisão de doar após ter na família um caso de câncer de mama descoberto através de auto exame, numa prima com 34 anos. Ela se submeteu ao tratamento e esta na fase da quimioterapia.

Foi um susto grande, mas ela imediatamente transmitiu o desejo de doar seu próprio cabelo.
 
Como estava muito atribulada pensando nos cuidados que deveria tomar durante seu tratamento e quimioterapias, ela me pediu para procurar lugares que aceitavam a doação do cabelo em São Paulo. Quando fiz isso, brotou no meu coração um desejo imenso de fazer o bem para alguém, que receberia meu cabelo e com isso ter sua auto estima e beleza renovada!

Para doar você precisa cortar o cabelo com medida mínima de um palmo (cerca de 10 cm) não tendo importância se o cabelo tem química. É essencial que antes de cortar o cabelo seja AMARRADO, e esteja seco (pois se armazenar ele úmido , ele irá mofar).

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Com isso feito, basta enviar um sedex via Correios (como não é uma carta os Correios só enviam se for sedex). Anote o endereço:

Avenida Parada Pinto, 3420, Bl. 06, Ap. 33

Vila Nova Cachoeirinha – CEP: 02611-001 – São Paulo/SP

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As meninas do Cabelegria estiveram no Caldeirão do Huck no dia Internacional da Mulher, o mesmo dia que escolhi ir até o salão cortar minhas madeixas e renovar o visual , além de contribuir com uma ação de cidadania tão generosa e especial.

Fazer o bem, sem olhar a quem, alimenta o coração de gratidão e felicidade.
Experimenta e conta para gente como se sentiu! 🙂

Por Tatti Maeda @kittytatti / @socialmedia_s2

Perder peso e resolver a desnutrição mundial? É possível.

O Projeto Weightless é uma iniciativa que preenche a lacuna existente entre a obesidade e a fome, tudo em uma tentativa de tornar o mundo um lugar mais saudável. A intenção é construir uma rede mundial de pessoas que podem ajudar a encontrar a solução para desnutrição, utilizando criatividade, conscientização e saudabilidade.

É a oportunidade de chegar na melhor forma de sua vida, ajudando os outros. Não consigo pensar em um melhor incentivo para começar a queimar massa gorda e ganhar massa magra!

Foto do Site

A obesidade é sempre um assunto delicado mas neste caso, o projeto se destina a proporcionar encorajamento a aqueles que normalmente não sentem a necessidade ou motivação para entrar em forma, mas entendem que o excesso que faz mal pode ser o mínimo para muitos.

Funciona assim: conforme as calorias estão passando por seu rastreador de fitness wearable, as doações são fornecidas. O serviço funciona a partir de seu cadastro no site e para cada 1.000 calorias que você queima, há uma doação de US$ 1,00 ao programa de ajuda alimentar da instituição que você escolher.

E aí… bora entrar em forma??? 🙂

Veja o vídeo:

por Leandro Bianchi

Vaquinhas saltitam de alegria pela liberdade e o direito de viver.

Um vídeo que emociona e nos faz pensar profundamente sobre o assunto, chegando a gerar empatia por essas amigas quadrúpedes.
     
Neste post não queremos falar sobre comer ou não comer carne. Acreditamos que ser ou não ser vegetariano é uma opção individual, mas preocupar-se sobre as questões que envolvem fazer o bem às pessoas, ao meio ambiente em que nos encontramos e pensar de maneira ecossocial, incluem também falar sobre o respeito com os animais.
     
Nosso interesse de falar sobre educação alimentar vai além dos seus  hábitos. Queremos que pense sobre como é produzido o alimento que chega à sua mesa. De que maneira usamos e abusamos de nossa superioridade intelectual e capacidade de se organizar em grupo para sucumbir às outras espécies de seres vivos do planeta. Que energia desprendemos nisso e qual energia recebemos de volta por isso. Queremos apenas levantar uma questão que se faz necessária a análise para refletirmos e, quem sabe num futuro próximo, chegar a soluções mais dignas a todos e a tudo.
     
Neste post divulgamos o trabalho de Anke Heublein, fundadora de uma ONG que dá liberdade e cuida até a morte natural das vaquinhas que deram leites e bezerros durante toda a vida, e que após se tornarem incapazes de continuarem nesta função são simplesmente descartadas, as vezes até de maneira violenta, por motivo dos custos em mantê-las.
     
É tocante o momento aos 0:45 segundos, quando a autora do projeto se emociona ao falar sobre o instante da liberdade dos animais, mostrando sua real essência e o que a moveu para tomar essa atitude.
 
Não se trata do que se deve ou não comer, trata-se do respeito à vida e a alma, tanto nossa como a dos outros animais. 

A vida dá muitas voltas: Porque fazer o bem é um ciclo em constante movimento.

O vídeo a seguir nos mostra o quanto atos de caridade, gratidão e empatia formam um verdadeiro ciclo de atitudes, voltando sempre ao ponto de partida. Esta corrente do bem movimenta a vida das pessoas, tornando o ambiente mais leve e inspirado por boas intenções. 

Por Karina Giardelli

Quem diria que existem flagrantes do bem?

Uma câmera posicionada para flagrar delitos, furtos e roubos e facilitar a ação da polícia da região, surpreende as autoridades pela quantidade de boas ações registradas. A reportagem nos mostra a beleza dessas atos, que na verdade deveriam fazer parte do nosso cotidiano. Ao valorizarmos as iniciativas dessas pessoas e elevar este sentimento de bondade, conseguimos  incentivar e inspirar outras a seguirem esse exemplo tão recompensador e formar uma verdadeira corrente do bem. 😉

por Leandro Bianchi