Fazendo o BEM com a profissão que TEM: Policiais emocionam motoristas com surpresa de Natal

Encontramos na internet um fato curioso que aconteceu nos Estados Unidos neste mês de Dezembro. Policiais da cidade de Lowell, em Michigan, pediam para que as pessoas parassem seus carros, assim como eventualmente ocorrem nas blitz pelas estradas. Ao constatar pequenas infrações de gravidade leve, os policiais iniciavam uma conversa com o condutor, que neste momento era surpreendido com uma atitude inusitada:

Ao invés de serem multados ou repreendidos por alguma situação, amigavelmente falavam sobre o Natal, a importância da família e também de seguir as regras de segurança por eles.  

Papo vai, papo vem, essas pessoas eram mais uma vez surpreendidas com o presente que haviam comentado, sendo entregues em suas próprias mãos pelos policiais. As reações foram as melhores possíveis, deixando muitas delas encantadas com tamanha atitude e com a sensação de felicidade por receber o que elas tanto queriam.

Surpresa! 😉

Observe no vídeo que uma simples mudança de abordagem e a forma como é conduzida uma situação, pode melhorar e de fato marcar na memória das pessoas positivamente. Além delas ficarem surpresas e muito felizes com os presentes, elas jamais esquecerão o quanto foram bem tratadas pelos policiais e por consequência repensarão em suas atitudes no trânsito, onde ficará marcado que a generosidade, uma conduta sensata e amigável devem ser exercidas por todos, diante de qualquer situação, pois realmente vale a pena. 

Via City of Lowell Channel

“Enquanto nós encorajamos as pessoas a não cometerem infrações de trânsito para preservar suas vidas, é também importante para os departamentos de polícia tirarem um tempo para mostrar aos seus cidadãos o quanto eles se preocupam com cada um deles.” 

Por Karina Giardelli

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Como transformar seu computador em uma estação de ciência e ajudar milhares de vidas

Quando criança sonhava em ser um super-herói e ajudar a defender as cidades dos monstros imaginários que minha mente criava. Com o passar do tempo percebi que seres humanos comuns também podem ser heróis: são bombeiros, policiais, médicos, enfermeiros, professores. Cresci e não me tornei nem um super-herói nem um “humano-herói”, mas conheci um projeto que transformou meu computador em uma verdadeira estação de ciência (digna da Liga da Justiça!), que estuda a cura de doenças como o câncer e o mal de Alzheimer!

Folding@Home

É isto que oferece o Folding@Home, um projeto de computação distribuída desenvolvido pela Universidade de Stanford. Os computadores usam, na maior parte do tempo, apenas 10% de sua capacidade de processamento, deixando o resto ocioso. É exatamente este “desperdício” que pode ser doado para o projeto, possibilitando que cálculos imensos sejam feitos de maneira mais rápida e eficiente, aumentando a velocidade de obtenção de informações sobre várias doenças, em busca de sua cura.

Folding@Home

Folding@Home

Quer saber como ter um computador-herói?! É fácil, você só precisa instalar um software (disponível para Windows, Macintosh e Linux) e o resto fica por conta dele. Simples assim! Seu computador fará simulações de enovelamento de proteínas e enviará os dados coletados para os servidores do projeto. Até o momento são 307.442 computadores pelo mundo inteiro trabalhando nestes cálculos, o que gera 45,198 Teraflops de dados! Mas não se preocupe, seu computador não ficará mais lento já que o software utiliza apenas o processamento ocioso disponível, sem afetar o uso do computador.  

Fiquei sabendo sobre este projeto no site Tecnoblog e entrei para o time deles, que está entre os 800 times que mais contribuíram no ranking do Folding@Home, veja o placar e junte-se a nós! Não tem prêmio para os primeiros colocados, a não ser um “muito obrigado!” por parte de todas as pessoas que serão beneficiadas pelas nossas máquinas!

Assista o vídeo:

Por Julio Sena

Sim, existe amor em SP!

Muito bom quando as pessoas percebem as pessoas, independente da cada situação. Quem dera nossa sociedade fosse constituída por mais indivíduos como o Rafael Vieira (fotógrafo) com sua sensibilidade e empatia, e porque não também como o Guilherme, com seu bom humor e humildade sincera, só que este na escola e tendo oportunidades.
Parabéns Rafael Vieira, o mundo precisa de mais criativos do bem como você.
 #sociedade #ecossocial #criativosdobem

Veja o texto do Rafael Vieira na íntegra:

Guilherme na rua.

“Guilherme veio a mim, pediu um cigarro. Desculpe Guilherme, eu não fumo (e você também não deveria, mas quem sou eu pra julgar?). Guilherme sentou um pouco longe, e, tremendo de frio, encolheu-se e cobriu-se com seu cobertor cor de vinho. Havia mais gente por ali, e ele tirava brincadeiras saudáveis, “meninas, como vocês estão bonitas. estou com fome, têm um trocado pra me dar?” e “tio me dá uma moeda” foram algumas das frases dele. Um grupo de moças estavam gravando um vídeo ali, e uma delas foi até uma lanchonete fast food. Voltaram e deram ao Guilherme um lanche. Ela ainda teve o carinho de abrir o canudo e colocar no copo de refri. Guilherme agradeceu e gritou “vão com Deus, meninas. Obrigado!”. Estavamos ali sentados ao lado, e Guilherme pediu “Tio, tira uma foto minha?”. Foi aí que eu senti: Guilherme era só um garoto, sem ter muito pra onde ir. Guilherme queria existir. “Tio, tira três? quero uma assim *click* outra assim *click*. Quero outra assim…” e tirei essa foto. Guilherme, 14 anos, me fez sentir: Existe amor em SP. Nesse dia, ele veio em forma de um garoto simples, que só queria três fotos. Guilherme me pediu “Tio, não apaga a foto não tá?”. Pra finalizar Guilherme disse “não sou de tirar foto não, mas hoje o dia tá lindo”.
Aqui está Guilherme, onde quer que você esteja, agradeço por ter aparecido ali, na praça. Se cuide guri, que seus caminhos sejam guiados para o bem.”

por Leandro Bianchi

A solidão também nos pertence.

Ouvir alguém dizer que não tem perfil no Facebook, Instagram ou LinkedIn pode soar estranho hoje em dia. Afinal, vivemos tão acostumados com os likes e as solicitações de amizade piscando na tela dos nossos celulares que esquecemos um pouco do mundo lá fora.

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Acreditamos na maioria das vezes que estar conectado é melhor e nos faz ficar mais próximos um do outro. Mas será mesmo que estar online o tempo todo é melhor (e saudável)?

A proposta desse post não é negar completamente o meio digital, o que está em pauta é a importância que damos ao meio online e quase nada para o meio “offline”. Estamos deixando de lado uma lição valiosa de convívio e tolerância com o próximo, de aprendermos a ser realmente sociáveis, já que ao vivo não dá pra editar a conversa ou fingir expressões. Mais que isso, estamos ignorando a oportunidade do autoconhecimento: de não ter medo de ficarmos sozinhos.

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Na animação The Innovation of Loneliness (A Inovação da Solidão, em tradução livre) é um convite para refletirmos sobre esta nova era de conexões que estamos criando. Aquela frase “Vida é o que se passa quando você está no celular.” nunca foi tão verdadeira.

Por Ana Talavera

 

Como pouco pode se transformar em muito.

1378459_384696508327085_1362819740_nUma pequena escola de recreação infantil situada em Peruíbe, litoral sul de São Paulo, teve uma bela e criativa iniciativa para mostrar aos seus pequenos a importância de se respeitar as diferenças, além de instigar o olhar caridoso e de boa moral. Com a ajuda dos pais e outros pequenos empresários locais, criaram um projeto que arrecada fundos e donativos para presentear os pequenos Tupis Guaranis no dia das crianças e natal. Eles passaram o dia na aldeia, localizada em meio a reserva de mata atlântica na região de Guaraú, vizinha de Peruíbe, proporcionando um dia divertido, diferente e de boas lições à todos.

 

por Leandro Bianchi