Dubladores de heróis e personagens de desenhos animados fazem uma ligação muito especial!

Todos nós, em algum momento da vida, passamos por alguma situação mais difícil e nada como ter bons amigos e familiares para nos ajudar a enfrentar estes momentos. Com as crianças não seria diferente, onde este apoio deve ser feito com todo suporte necessário e carinho, quando por exemplo, elas estão lutando contra uma doença tão agressiva, que é o câncer.

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E foi pensando nesses pequenos guerreiros, que se encontram no Hospital do Câncer Infantil, é que dubladores de heróis e personagens favoritos deles, fizeram uma ligação mais do que especial para dar apoio e força neste momento tão difícil de suas vidas, é o projeto Helpline de Desenhos do GRAAC (Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer).

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Com a ligação dos seus ídolos da TV as crianças se sentiram mais felizes e seguras para seguirem em frente nesta batalha, transformando essa admiração das crianças pelos personagens em um momento de incentivo e uma aproximação mais humanizada entre eles. Confira o vídeo na íntegra. 

Por Karina Giardelli

“Meninos nascem, ou se tornam machistas?” Eis a questão!

Nas últimas semanas um vídeo tocou muitos corações. Tratava-se do resultado registrado em vídeo de um experimento realizado pela Fanpage.it para medir e desvendar: “Meninos nascem, ou se tornam machistas?” 

Fui convidada a assistir e colocar aqui, a impressão que tive ao ver o vídeo. Você já assistiu? Espia aqui, para ver se faz sentido o que vou contar:

Logo que terminei, a primeira coisa que me impressionou, foram as RESPOSTAS dos garotos para o comando dado pelo entrevistador para que eles batessem na mocinha. Os 5 garotos se NEGARAM a bater.

Quando perguntado “porque não?”, eles deram respostas SIMPLES:
. “Porque ela é uma menina, eu não posso fazer isso.”

. ” Você não está supondo que eu vá bater numa garota…”
. “Eu não quero machucá-la.”
.” Jesus não quer que batamos nos outros.”
.” Primeiro de tudo, eu não posso porque ela é bonita, e ela é uma menina.”
.”Porque eu sou contra a violência.”

.”Como diz o ditado “meninas não devem ser atingidas nem com uma flor. Ou um buque de flores! ”
.”Porque é ruim.”
.”Porque? Porque eu sou homem.”

Isso é muito importante. Garotos de 11, 9, 8, 7 anos, mostrando que sabem (e muito bem), como deve ser o diálogo, as trocas, e interações entre as pessoas. Sabendo que não há porque agredir uma GAROTA! 

E que agressão (da natureza e espécie que for!!!) não faz sentido!

No experimento, o propósito era evidenciar que machismo não vem de berço. É provável, que isso seja assimilado como ‘natural’ a partir dos exemplos que as crianças são expostas durante o crescimento.

É como se ouve dizer “Faça o que eu digo, não o que eu faço.” Exemplos são repetidos, replicados, então é importante que façamos nossa parte. Em casa, principalmente.

Indo mais além do propósito do experimento, essa é a reflexão que pensei em resgatar e trazer para cá: Como nos comportamos diante das nossas crianças?

Educar, vai muito além dos livros didáticos, dos conceitos assimilados e adquiridos nos colégios. Educar, é ensinar com amor e paciência, muitas vezes através dos exemplos que damos no relacionamento diário. No tom de voz, na expressão corporal.

Ninguém, obviamente é um robô, isento de reações explosivas e repentinas, mas esses comportamentos precisam ser notados e alinhados com aquilo que queremos que nossos filhos espelhem no futuro.

Vale a pena, essas nossas crianças são o futuro. Nós, somos quem plantamos, para que a colheita no tempo adulto seja próspera. Vamos dar o exemplo? ❤

Por Tatti Maeda | @kittytatti | Social Media Emotion

#2 Fazendo o bem, criando bem: Projeto ENTÃO, VOCÊ AMA OS ANIMAIS?

“A educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo”, já dizia o queridíssimo Nelson Mandela. Sem ela, ficamos refém da intolerância, egoísmo e desamor que o mundo vive atualmente. Por isso, acreditamos em projetos consistentes que podem efetivamente sensibilizar e transformar pessoas através do bem. Mais uma vez, o Instituto Nina Rosa – projetos por amor à vida contou com o nosso trabalho e a parceria da produtora Curta a Ideia para dar voz aos animais através da campanha de financiamento colaborativo Então, você ama os animais?

O objetivo principal é captar recursos utilizando a plataforma de crowdfunding Catarse, para financiar a edição brasileira do livro “So, you love animals” da autora Zoe Weil, educadora humanitária, cofundadora e presidente do Institude For Humane Education nos EUA.

O livro, de aproximadamente 200 páginas, é envolvente e vai ajudar jovens e crianças com fatos, jogos, dramatizações, experiências e atividades emocionantes, capacitando-os a fazer a diferença e a se tornarem mais humanitários. Vem com a gente salvar vidas!

ASSISTA AO VÍDEO:

COLABORE COM A CAMPANHA:

Então, você ama os animais?

Por Ana Talavera

 

Sim, existe amor em SP!

Muito bom quando as pessoas percebem as pessoas, independente da cada situação. Quem dera nossa sociedade fosse constituída por mais indivíduos como o Rafael Vieira (fotógrafo) com sua sensibilidade e empatia, e porque não também como o Guilherme, com seu bom humor e humildade sincera, só que este na escola e tendo oportunidades.
Parabéns Rafael Vieira, o mundo precisa de mais criativos do bem como você.
 #sociedade #ecossocial #criativosdobem

Veja o texto do Rafael Vieira na íntegra:

Guilherme na rua.

“Guilherme veio a mim, pediu um cigarro. Desculpe Guilherme, eu não fumo (e você também não deveria, mas quem sou eu pra julgar?). Guilherme sentou um pouco longe, e, tremendo de frio, encolheu-se e cobriu-se com seu cobertor cor de vinho. Havia mais gente por ali, e ele tirava brincadeiras saudáveis, “meninas, como vocês estão bonitas. estou com fome, têm um trocado pra me dar?” e “tio me dá uma moeda” foram algumas das frases dele. Um grupo de moças estavam gravando um vídeo ali, e uma delas foi até uma lanchonete fast food. Voltaram e deram ao Guilherme um lanche. Ela ainda teve o carinho de abrir o canudo e colocar no copo de refri. Guilherme agradeceu e gritou “vão com Deus, meninas. Obrigado!”. Estavamos ali sentados ao lado, e Guilherme pediu “Tio, tira uma foto minha?”. Foi aí que eu senti: Guilherme era só um garoto, sem ter muito pra onde ir. Guilherme queria existir. “Tio, tira três? quero uma assim *click* outra assim *click*. Quero outra assim…” e tirei essa foto. Guilherme, 14 anos, me fez sentir: Existe amor em SP. Nesse dia, ele veio em forma de um garoto simples, que só queria três fotos. Guilherme me pediu “Tio, não apaga a foto não tá?”. Pra finalizar Guilherme disse “não sou de tirar foto não, mas hoje o dia tá lindo”.
Aqui está Guilherme, onde quer que você esteja, agradeço por ter aparecido ali, na praça. Se cuide guri, que seus caminhos sejam guiados para o bem.”

por Leandro Bianchi

A lindeza da pureza nas crianças

A lindeza da pureza que detecta nas coisas mais simples as mais importantes da vida. Kayden tem 15 meses e pela primeira vez sente a chuva em seu rosto.

Se dizem que banho de chuva lava a alma, eu não precisei me molhar para sentir isso. Muita sensibilidade por parte do videomaker. É lindo!

Click na imagem para ver o vídeo:

por Leandro Bianchi