#3 Fazendo o Bem, criando bem: Projeto Seja Feliz! por William Sanches

2015 começa com tudo de bom! Em uma parceria com o querido William Sanches, educador e disseminador de palavras do bem e de motivação às pessoas, produzimos o primeiro vídeo do ano, da série “Seja Feliz!” para o seu canal no Youtube. São 6 toques para começar bem 2015 e fazer deste ano muito especial e de fato ser transformador, através de singelas mudanças de atitudes, que só farão bem a você e a todos a sua volta. Confira o vídeo e feliz ano novo! 🙂

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Fazendo o BEM com a profissão que TEM: Policiais emocionam motoristas com surpresa de Natal

Encontramos na internet um fato curioso que aconteceu nos Estados Unidos neste mês de Dezembro. Policiais da cidade de Lowell, em Michigan, pediam para que as pessoas parassem seus carros, assim como eventualmente ocorrem nas blitz pelas estradas. Ao constatar pequenas infrações de gravidade leve, os policiais iniciavam uma conversa com o condutor, que neste momento era surpreendido com uma atitude inusitada:

Ao invés de serem multados ou repreendidos por alguma situação, amigavelmente falavam sobre o Natal, a importância da família e também de seguir as regras de segurança por eles.  

Papo vai, papo vem, essas pessoas eram mais uma vez surpreendidas com o presente que haviam comentado, sendo entregues em suas próprias mãos pelos policiais. As reações foram as melhores possíveis, deixando muitas delas encantadas com tamanha atitude e com a sensação de felicidade por receber o que elas tanto queriam.

Surpresa! 😉

Observe no vídeo que uma simples mudança de abordagem e a forma como é conduzida uma situação, pode melhorar e de fato marcar na memória das pessoas positivamente. Além delas ficarem surpresas e muito felizes com os presentes, elas jamais esquecerão o quanto foram bem tratadas pelos policiais e por consequência repensarão em suas atitudes no trânsito, onde ficará marcado que a generosidade, uma conduta sensata e amigável devem ser exercidas por todos, diante de qualquer situação, pois realmente vale a pena. 

Via City of Lowell Channel

“Enquanto nós encorajamos as pessoas a não cometerem infrações de trânsito para preservar suas vidas, é também importante para os departamentos de polícia tirarem um tempo para mostrar aos seus cidadãos o quanto eles se preocupam com cada um deles.” 

Por Karina Giardelli

Como transformar seu computador em uma estação de ciência e ajudar milhares de vidas

Quando criança sonhava em ser um super-herói e ajudar a defender as cidades dos monstros imaginários que minha mente criava. Com o passar do tempo percebi que seres humanos comuns também podem ser heróis: são bombeiros, policiais, médicos, enfermeiros, professores. Cresci e não me tornei nem um super-herói nem um “humano-herói”, mas conheci um projeto que transformou meu computador em uma verdadeira estação de ciência (digna da Liga da Justiça!), que estuda a cura de doenças como o câncer e o mal de Alzheimer!

Folding@Home

É isto que oferece o Folding@Home, um projeto de computação distribuída desenvolvido pela Universidade de Stanford. Os computadores usam, na maior parte do tempo, apenas 10% de sua capacidade de processamento, deixando o resto ocioso. É exatamente este “desperdício” que pode ser doado para o projeto, possibilitando que cálculos imensos sejam feitos de maneira mais rápida e eficiente, aumentando a velocidade de obtenção de informações sobre várias doenças, em busca de sua cura.

Folding@Home

Folding@Home

Quer saber como ter um computador-herói?! É fácil, você só precisa instalar um software (disponível para Windows, Macintosh e Linux) e o resto fica por conta dele. Simples assim! Seu computador fará simulações de enovelamento de proteínas e enviará os dados coletados para os servidores do projeto. Até o momento são 307.442 computadores pelo mundo inteiro trabalhando nestes cálculos, o que gera 45,198 Teraflops de dados! Mas não se preocupe, seu computador não ficará mais lento já que o software utiliza apenas o processamento ocioso disponível, sem afetar o uso do computador.  

Fiquei sabendo sobre este projeto no site Tecnoblog e entrei para o time deles, que está entre os 800 times que mais contribuíram no ranking do Folding@Home, veja o placar e junte-se a nós! Não tem prêmio para os primeiros colocados, a não ser um “muito obrigado!” por parte de todas as pessoas que serão beneficiadas pelas nossas máquinas!

Assista o vídeo:

Por Julio Sena

Sim, existe amor em SP!

Muito bom quando as pessoas percebem as pessoas, independente da cada situação. Quem dera nossa sociedade fosse constituída por mais indivíduos como o Rafael Vieira (fotógrafo) com sua sensibilidade e empatia, e porque não também como o Guilherme, com seu bom humor e humildade sincera, só que este na escola e tendo oportunidades.
Parabéns Rafael Vieira, o mundo precisa de mais criativos do bem como você.
 #sociedade #ecossocial #criativosdobem

Veja o texto do Rafael Vieira na íntegra:

Guilherme na rua.

“Guilherme veio a mim, pediu um cigarro. Desculpe Guilherme, eu não fumo (e você também não deveria, mas quem sou eu pra julgar?). Guilherme sentou um pouco longe, e, tremendo de frio, encolheu-se e cobriu-se com seu cobertor cor de vinho. Havia mais gente por ali, e ele tirava brincadeiras saudáveis, “meninas, como vocês estão bonitas. estou com fome, têm um trocado pra me dar?” e “tio me dá uma moeda” foram algumas das frases dele. Um grupo de moças estavam gravando um vídeo ali, e uma delas foi até uma lanchonete fast food. Voltaram e deram ao Guilherme um lanche. Ela ainda teve o carinho de abrir o canudo e colocar no copo de refri. Guilherme agradeceu e gritou “vão com Deus, meninas. Obrigado!”. Estavamos ali sentados ao lado, e Guilherme pediu “Tio, tira uma foto minha?”. Foi aí que eu senti: Guilherme era só um garoto, sem ter muito pra onde ir. Guilherme queria existir. “Tio, tira três? quero uma assim *click* outra assim *click*. Quero outra assim…” e tirei essa foto. Guilherme, 14 anos, me fez sentir: Existe amor em SP. Nesse dia, ele veio em forma de um garoto simples, que só queria três fotos. Guilherme me pediu “Tio, não apaga a foto não tá?”. Pra finalizar Guilherme disse “não sou de tirar foto não, mas hoje o dia tá lindo”.
Aqui está Guilherme, onde quer que você esteja, agradeço por ter aparecido ali, na praça. Se cuide guri, que seus caminhos sejam guiados para o bem.”

por Leandro Bianchi

Iniciativa de estudantes chilenos fazem com que cachorros de rua se destaquem em meio à multidão na busca por atenção.

Na correria das grandes cidades, muitas coisas acabam passando desapercebidas aos nossos olhos. O que “dirá” então os animais de rua que muitas vezes são abandonados e desprovidos de toda atenção de que merecem.  Considerando este fato é que dois estudantes chilenos, Violeta Caro e Felipe Guzman, decidiram amarrar balões coloridos em cães de rua com mensagens simples, mas que traduzem tudo o que esses animais gostariam de pedir às pessoas tão apressadas: “Me abrace”, “Brinque comigo”, “Não me deixe” e “Não me maltrate”. Estoy aquí. Através desta simples ação, as pessoas enfim perceberam os animais e passaram a agir em relação aos pedidos escritos nos balões, fazendo a alegria dos cães que há muito tempo não sentiam este calor humano. Estoy aquí. Estoy aquí. Esta ação não proporcionou apenas o bem aos animais, mas também a quem estava doando este tempo e se distraindo com a brincadeira. Porém o mais importante foi o fato de se levantar essa questão sobre o abandono de animais domésticos nas ruas das metrópoles. É incabível que ainda hoje pessoas adquirem animais domésticos e após se cansarem da companhia simplesmente o descartem como objetos.  Assista o vídeo a seguir e veja esta bela iniciativa na prática. 😉 #criativosdobem Estoy aquí. Por Karina Giardelli

A lindeza da pureza nas crianças

A lindeza da pureza que detecta nas coisas mais simples as mais importantes da vida. Kayden tem 15 meses e pela primeira vez sente a chuva em seu rosto.

Se dizem que banho de chuva lava a alma, eu não precisei me molhar para sentir isso. Muita sensibilidade por parte do videomaker. É lindo!

Click na imagem para ver o vídeo:

por Leandro Bianchi

Vaquinhas saltitam de alegria pela liberdade e o direito de viver.

Um vídeo que emociona e nos faz pensar profundamente sobre o assunto, chegando a gerar empatia por essas amigas quadrúpedes.
     
Neste post não queremos falar sobre comer ou não comer carne. Acreditamos que ser ou não ser vegetariano é uma opção individual, mas preocupar-se sobre as questões que envolvem fazer o bem às pessoas, ao meio ambiente em que nos encontramos e pensar de maneira ecossocial, incluem também falar sobre o respeito com os animais.
     
Nosso interesse de falar sobre educação alimentar vai além dos seus  hábitos. Queremos que pense sobre como é produzido o alimento que chega à sua mesa. De que maneira usamos e abusamos de nossa superioridade intelectual e capacidade de se organizar em grupo para sucumbir às outras espécies de seres vivos do planeta. Que energia desprendemos nisso e qual energia recebemos de volta por isso. Queremos apenas levantar uma questão que se faz necessária a análise para refletirmos e, quem sabe num futuro próximo, chegar a soluções mais dignas a todos e a tudo.
     
Neste post divulgamos o trabalho de Anke Heublein, fundadora de uma ONG que dá liberdade e cuida até a morte natural das vaquinhas que deram leites e bezerros durante toda a vida, e que após se tornarem incapazes de continuarem nesta função são simplesmente descartadas, as vezes até de maneira violenta, por motivo dos custos em mantê-las.
     
É tocante o momento aos 0:45 segundos, quando a autora do projeto se emociona ao falar sobre o instante da liberdade dos animais, mostrando sua real essência e o que a moveu para tomar essa atitude.
 
Não se trata do que se deve ou não comer, trata-se do respeito à vida e a alma, tanto nossa como a dos outros animais.