#3 Fazendo o Bem, criando bem: Projeto Seja Feliz! por William Sanches

2015 começa com tudo de bom! Em uma parceria com o querido William Sanches, educador e disseminador de palavras do bem e de motivação às pessoas, produzimos o primeiro vídeo do ano, da série “Seja Feliz!” para o seu canal no Youtube. São 6 toques para começar bem 2015 e fazer deste ano muito especial e de fato ser transformador, através de singelas mudanças de atitudes, que só farão bem a você e a todos a sua volta. Confira o vídeo e feliz ano novo! 🙂

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Escute a voz desse coral. Não fume!

Todos nós sabemos que fumar faz mal a saúde. Mas o vício é implacável e nos faz cego diante ao risco que nos submetemos. É como se não ouvíssemos as vozes de quem quer nosso bem e nos pede para parar de usar essa droga.

Pensando nisso, o A. C. Camargo Cancer Center pensou numa ação onde várias vozes, ou melhor, a ausência de todas elas, pudessem reverberar essa mensagem tão importante, a de não fumar para preservar a vida.

Um coral formado por 12 pacientes laringectomizados, vítimas do cigarro, surpreendeu a plateia do auditório do MASP que aguardava uma apresentação do Coral da USP, um dos mais famosos da cidade de São Paulo.

A ação incluiu as canções “All You Need is Love” e “She Loves You”, dos Beatles, interpretadas pelos pacientes. O objetivo foi alertar as pessoas para o principal fator de risco do câncer de laringe, o tabagismo. Acompanhados por fonoaudiólogos da instituição paulista, os pacientes que compõem o Coral Sua Voz fazem uso de voz esofágica, prótese, laringe eletrônica (vibrador), fala bucal ou articulação de sons.

Foi uma ação linda e que emocionou quem estava presente.

Nós, os Criativos do Bem, esperamos que este post ajude nossos amigos e seguidores escutarem essas vozes, afinal essa doença não é fácil para quem tem e muito menos para quem acaba envolvido e nos ama. Ver uma pessoa querida passar pelo câncer e seus contratempos é tarefa árdua e sofrida.

Portando escute a voz desse coral. Não fume!

Veja o vídeo:

por Leandro Bianchi

Como transformar seu computador em uma estação de ciência e ajudar milhares de vidas

Quando criança sonhava em ser um super-herói e ajudar a defender as cidades dos monstros imaginários que minha mente criava. Com o passar do tempo percebi que seres humanos comuns também podem ser heróis: são bombeiros, policiais, médicos, enfermeiros, professores. Cresci e não me tornei nem um super-herói nem um “humano-herói”, mas conheci um projeto que transformou meu computador em uma verdadeira estação de ciência (digna da Liga da Justiça!), que estuda a cura de doenças como o câncer e o mal de Alzheimer!

Folding@Home

É isto que oferece o Folding@Home, um projeto de computação distribuída desenvolvido pela Universidade de Stanford. Os computadores usam, na maior parte do tempo, apenas 10% de sua capacidade de processamento, deixando o resto ocioso. É exatamente este “desperdício” que pode ser doado para o projeto, possibilitando que cálculos imensos sejam feitos de maneira mais rápida e eficiente, aumentando a velocidade de obtenção de informações sobre várias doenças, em busca de sua cura.

Folding@Home

Folding@Home

Quer saber como ter um computador-herói?! É fácil, você só precisa instalar um software (disponível para Windows, Macintosh e Linux) e o resto fica por conta dele. Simples assim! Seu computador fará simulações de enovelamento de proteínas e enviará os dados coletados para os servidores do projeto. Até o momento são 307.442 computadores pelo mundo inteiro trabalhando nestes cálculos, o que gera 45,198 Teraflops de dados! Mas não se preocupe, seu computador não ficará mais lento já que o software utiliza apenas o processamento ocioso disponível, sem afetar o uso do computador.  

Fiquei sabendo sobre este projeto no site Tecnoblog e entrei para o time deles, que está entre os 800 times que mais contribuíram no ranking do Folding@Home, veja o placar e junte-se a nós! Não tem prêmio para os primeiros colocados, a não ser um “muito obrigado!” por parte de todas as pessoas que serão beneficiadas pelas nossas máquinas!

Assista o vídeo:

Por Julio Sena

Desapeguei: minha experiência com o projeto Cabelegria!

Quantas vezes você pensou em ajudar mas não soube exatamente como?
Os motivos são inúmeros: falta de tempo, de conhecimento, mas não de vontade.

Eu encontrei uma forma muito simples de colaborar com uma causa importante e absolutamente linda!

O Cabelegria nasceu para ser intermediador desta boa ação!

Tudo começa com a disposição e voluntariado das fundadoras Mariana Robran, designer e Mylene Duarte, publicitária. Elas possuem uma fanpage (www.facebook.com/cabelegria) onde explicam de que forma pode ser feita a doação de cabelo. Tudo muito simples.

Além disso, neste canal também mostram a felicidade das crianças que recebem suas perucas, muito felizes!

Cabelegria

Eu tomei a decisão de doar após ter na família um caso de câncer de mama descoberto através de auto exame, numa prima com 34 anos. Ela se submeteu ao tratamento e esta na fase da quimioterapia.

Foi um susto grande, mas ela imediatamente transmitiu o desejo de doar seu próprio cabelo.
 
Como estava muito atribulada pensando nos cuidados que deveria tomar durante seu tratamento e quimioterapias, ela me pediu para procurar lugares que aceitavam a doação do cabelo em São Paulo. Quando fiz isso, brotou no meu coração um desejo imenso de fazer o bem para alguém, que receberia meu cabelo e com isso ter sua auto estima e beleza renovada!

Para doar você precisa cortar o cabelo com medida mínima de um palmo (cerca de 10 cm) não tendo importância se o cabelo tem química. É essencial que antes de cortar o cabelo seja AMARRADO, e esteja seco (pois se armazenar ele úmido , ele irá mofar).

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Com isso feito, basta enviar um sedex via Correios (como não é uma carta os Correios só enviam se for sedex). Anote o endereço:

Avenida Parada Pinto, 3420, Bl. 06, Ap. 33

Vila Nova Cachoeirinha – CEP: 02611-001 – São Paulo/SP

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As meninas do Cabelegria estiveram no Caldeirão do Huck no dia Internacional da Mulher, o mesmo dia que escolhi ir até o salão cortar minhas madeixas e renovar o visual , além de contribuir com uma ação de cidadania tão generosa e especial.

Fazer o bem, sem olhar a quem, alimenta o coração de gratidão e felicidade.
Experimenta e conta para gente como se sentiu! 🙂

Por Tatti Maeda @kittytatti / @socialmedia_s2

A solidão também nos pertence.

Ouvir alguém dizer que não tem perfil no Facebook, Instagram ou LinkedIn pode soar estranho hoje em dia. Afinal, vivemos tão acostumados com os likes e as solicitações de amizade piscando na tela dos nossos celulares que esquecemos um pouco do mundo lá fora.

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Acreditamos na maioria das vezes que estar conectado é melhor e nos faz ficar mais próximos um do outro. Mas será mesmo que estar online o tempo todo é melhor (e saudável)?

A proposta desse post não é negar completamente o meio digital, o que está em pauta é a importância que damos ao meio online e quase nada para o meio “offline”. Estamos deixando de lado uma lição valiosa de convívio e tolerância com o próximo, de aprendermos a ser realmente sociáveis, já que ao vivo não dá pra editar a conversa ou fingir expressões. Mais que isso, estamos ignorando a oportunidade do autoconhecimento: de não ter medo de ficarmos sozinhos.

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Na animação The Innovation of Loneliness (A Inovação da Solidão, em tradução livre) é um convite para refletirmos sobre esta nova era de conexões que estamos criando. Aquela frase “Vida é o que se passa quando você está no celular.” nunca foi tão verdadeira.

Por Ana Talavera

 

Perder peso e resolver a desnutrição mundial? É possível.

O Projeto Weightless é uma iniciativa que preenche a lacuna existente entre a obesidade e a fome, tudo em uma tentativa de tornar o mundo um lugar mais saudável. A intenção é construir uma rede mundial de pessoas que podem ajudar a encontrar a solução para desnutrição, utilizando criatividade, conscientização e saudabilidade.

É a oportunidade de chegar na melhor forma de sua vida, ajudando os outros. Não consigo pensar em um melhor incentivo para começar a queimar massa gorda e ganhar massa magra!

Foto do Site

A obesidade é sempre um assunto delicado mas neste caso, o projeto se destina a proporcionar encorajamento a aqueles que normalmente não sentem a necessidade ou motivação para entrar em forma, mas entendem que o excesso que faz mal pode ser o mínimo para muitos.

Funciona assim: conforme as calorias estão passando por seu rastreador de fitness wearable, as doações são fornecidas. O serviço funciona a partir de seu cadastro no site e para cada 1.000 calorias que você queima, há uma doação de US$ 1,00 ao programa de ajuda alimentar da instituição que você escolher.

E aí… bora entrar em forma??? 🙂

Veja o vídeo:

por Leandro Bianchi

Vaquinhas saltitam de alegria pela liberdade e o direito de viver.

Um vídeo que emociona e nos faz pensar profundamente sobre o assunto, chegando a gerar empatia por essas amigas quadrúpedes.
     
Neste post não queremos falar sobre comer ou não comer carne. Acreditamos que ser ou não ser vegetariano é uma opção individual, mas preocupar-se sobre as questões que envolvem fazer o bem às pessoas, ao meio ambiente em que nos encontramos e pensar de maneira ecossocial, incluem também falar sobre o respeito com os animais.
     
Nosso interesse de falar sobre educação alimentar vai além dos seus  hábitos. Queremos que pense sobre como é produzido o alimento que chega à sua mesa. De que maneira usamos e abusamos de nossa superioridade intelectual e capacidade de se organizar em grupo para sucumbir às outras espécies de seres vivos do planeta. Que energia desprendemos nisso e qual energia recebemos de volta por isso. Queremos apenas levantar uma questão que se faz necessária a análise para refletirmos e, quem sabe num futuro próximo, chegar a soluções mais dignas a todos e a tudo.
     
Neste post divulgamos o trabalho de Anke Heublein, fundadora de uma ONG que dá liberdade e cuida até a morte natural das vaquinhas que deram leites e bezerros durante toda a vida, e que após se tornarem incapazes de continuarem nesta função são simplesmente descartadas, as vezes até de maneira violenta, por motivo dos custos em mantê-las.
     
É tocante o momento aos 0:45 segundos, quando a autora do projeto se emociona ao falar sobre o instante da liberdade dos animais, mostrando sua real essência e o que a moveu para tomar essa atitude.
 
Não se trata do que se deve ou não comer, trata-se do respeito à vida e a alma, tanto nossa como a dos outros animais.